terça-feira, janeiro 25, 2011

Estudo: há mais crianças a saber usar o PC do que a saber atar os sapatos

Esta aqui a ver as novidades e vejo esta notícia, que me fez lembrar de uma cena lá na loja a semana passada.
A mãe com o filho (deve ter aí uns 8 ou 9 anos) bem-chato-por-sinal-e-que-se-a-minha-filha-for-assim-quando-for-daquela-idade-vai-levar-muita-porradinha foram lá à loja porque o Magalhães dele não funcionava. Ora a grande preocupação do petiz era que a professora tinha mandado fazer um trabalho na escola e ele, porque tinha o computador avariado, não pôde fazer no computador e teve que fazer tudo à mão! "E não pode ser assim, porque eu preciso do computador porque fiquei muito cansado por ter que escrever tanto à mão", e bla bla bla.
Além de já estar farta de ouvir a criatura falar mas não me poder manisfestar porque quem tem telhados de vidro não cospe para o ar, apeteceu-me agarrar nele e espetar-lhe com 4 galhetas naquela tromba: 2 por ser uma grafenola que não se cala e mais 2 porque coitadinho do menino teve que fazer os trabalhos todos à mão e pouco mais ainda ficava com uma tendinite no pulso! Não sei como é que as minhas mãozinhas ainda não me cairam, porque no meu tempo, só os ricos é que tinham computador em casa para entregar os trabalhinhos feitos a computador. Além disso, nessa altura, ainda tinhamos que ir para aquela "enorme e recheada" biblioteca à procura de coisas para pôr nos trabalhos. Não havia cá finds, nem copy pastes nem o raio que os parta. Sabem lá o que é peixe agulha!

Agora, que entretanto já descarreguei a minha fúria, aqui segue a notícia de que falei no início do post e de onde deriva o título:

Estudo: há mais crianças a saber usar o PC do que a saber atar os sapatos

Um estudo da AVG conclui que 69% das crianças com idades entre os 2 e os 5 anos sabe mais sobre a utilização de algumas tecnologias do que a execução de tarefas básicas.

O estudo foi realizado pela AVG Technologies no final do ano passado e engloba entrevistas a pouco mais de 2200 mães de países como os Estados Unidos, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália, Espanha, Japão, Austrália, e Nova Zelândia. Todos os entrevistados tinham casas com acesso à Internet.

Os números são surpreendentes:

- 58% das crianças do estudo sabem jogar no computador. Apenas 20% sabe nadar e 52% andar de bicicleta
- 69% Controla o rato do computador, mas apenas 11% sabem atar os atacadores

Especialistas consideram que estes conhecimentos em tecnologia vão ter utilidade no futuro, mas alertam para necessidade dos encarregados de educação controlarem o utilização que as crianças fazem de computadores e smartphones ligados à Internet de forma a que a sua etiqueta online seja o mais correta e segura. Também é necessário que as crianças continuam a privilegiar a interação social.

In Exame Informática

Não reparei nos pés do fedelho, mas aposto que devia ter sapatilhas de velcro e também não deve saber andar de bike porque a mãezinha o vai buscar e levar à escola.

P.S.: depois de terem ido buscar o "pc", que teve que ser reinstalado porque o disco estava avariado, aparecem-me lá porque o computador não tinha jogos nenhuns! "EU QUERO O SUPERTUX, PORQUE EU GOSTO DE JOGAR SUPERTUX, E OS MEUS AMIGOS TAMBÉM JOGAM" bla bla bla
Subitamente, deixou de ser importante conseguir-se fazer lá os trabalhos da escola...

sexta-feira, janeiro 21, 2011

Mapa da Europa visto pelos portugueses

quinta-feira, janeiro 20, 2011

a música do ano

após 19 dias e algumas horas neste "novo" ano e eis que surge a música que será difícil de destronar durante os restantes 345 dias que faltam...

por Vasco Palmeirim (Rádio Comercial)

sábado, janeiro 08, 2011

Futuro cartaz do FMI

sexta-feira, janeiro 07, 2011

Conforme prometido...

... cá estou eu então, passada uma semana no ano novo, fazer a minha retrospecção sobre 2010.

Como é do conhecimento geral, tirando a tanga da crise que não vou falar (neste parágrafo), 2010 foi para mim um ano especialíssimo, devido ao nascimento da minha cria, que tem agora 9 meses, ou seja, já tem tanto cá de fora como teve lá de dentro.
Foi um ano em que mudei muito, a vários níveis. Estar 5 meses sem trabalhar (não foi a parte do não trabalhar e muito menos de não aturar os clientes da qual eu senti falta) não foi fácil. Acabei por me habituar a alguém fazer o meu trabalho, a eu não saber tudo o que se passa lá pormenorizadamente, etc. O espanto foi maior ainda porque, aparentemente, se desenrascaram muito bem sem mim lá. Isto criou em mim um misto de alegria, por não ter que estar tão stressada em abandonar o meu posto, e ao mesmo tempo alguma tristeza. É claro que não tenho medo de ser despedida, porque sou boss de mim mesma mas não estava à espera que o outro boss desse tão bem conta do recado e ainda por cima implantou algumas melhorias.
Decorridos agora 4 meses de trabalho, vejo a coisa com outra perspectiva. Como toda a gente sabe, isto não está fácil. Menos fácil ainda fica quando o casal trabalha junto e o rendimento vem do mesmo sítio. Se falha, falha para os dois. E ainda menos fácil quando se tem uma criança para criar. Uma vez que o negócio pode passar bem sem mim (se tiver outra pessoa a fazer o meu trabalho) abre uma possibilidade para "separarmos as águas", caso ela surja.
Outro nível em que mudei drasticamente foi o meu modo de viver. Ter alguém que dependa de nós, que não vive sem nós (vive mas era complicado) cria em nós um sentimento para o qual não há explicação. Dizem que as mães são piegas e tal e acredito bem que por muito que um pai goste do seu filho, há sempre uma parte que nunca vai perceber e nunca vai sentir. É isso que torna o conceito de mãe tão especial.
É claro que nem tudo são rosas! Os primeiros 3 meses de vida dela foram complicados e não desejo passar por eles novamente. Posso dizer que a primeira etapa de um objectivo, provavelmente do maior a que me propus, está cumprida. Acho que não me saí mal e espero e desejo do fundo do coração que as próximas etapas também corram bem.

Falando agora em relação ao blogue, 2010 foi um ano que nos trouxe mais 2 membros:  o Francisco, que está agora a fazer o seu 1º aniversário de Cabeça Badalhoca Oficial e mais recentemente, a AnaD, que também tem andado desaparecida, talvez a queimar pestanas por essas portas fora.
Tal como eu já tinha dito no post semelhante a este do ano passado, houve muito menos participação da minha parte e também de todos os outros membros. Apesar de haver material para partilhar, o tempo livre é quase nenhum e o cansaço mais que muito. De dia não dá e à noite, quando ligo o pc é para trabalhar.
Mais uma vez, ainda não foi este ano que os nossos leitores perderam a vergonha e começaram a ser mais participativos. Ainda assim, vejo um ponto positivo neste blogue comparado com outros que acompanho e isso faz-me chegar à conclusão que os nossos leitores devem gostar de nós e do blogue. Tendo em conta que não temos comentários a dizer bem ou apenas comentar mas também não temos a dizer mal, que somos assim e somos assados e que deviamos ter vergonha do conteúdo dos posts que fazemos porque o país tá em crise e bla bla bla, devo concluir que afinal não ter muitos comentários é um bom sinal. Se eu estiver certa, que assim continue, porque no momento em que este blogue começar a receber comentários com insultos ou opiniões maliciosas sobre os seus membros, podem contar que acaba. Como eu acredito que isso não irá acontecer, por cá vamos continuando.

Apesar de não se prever nada melhor, esperemos que este ano de 2011 seja, pelo menos, como foi 2010.

sábado, janeiro 01, 2011

E cá estamos...

... em 2011.

Não vim deixar uma mensagem de votos de Feliz Ano Novo porque o Francisco se encarregou disso, mas venho então agora depois do ano ter começado.

Se querem que vos diga, nem sei bem o que escrever... Tive uma passagem de ano, no mínimo, diferente. Se foi boa? Nem por isso.
Na 5ª feira andei o dia todo mal disposta, com diarreia, dores de estomago de rebolar no chão, tonturas e não, não estou grávida outra vez! Pensei eu que tinham sido umas bolachas do demo que tinha comido na 4ª à noite que me tinham posto assim mas começo a achar que as bolachas foram pura coincidência.
Ontem, quando fui buscar a minha cria ao jardim infantil, estava muito bem disposta mas já tinha vomitado o lanche enquanto estava a dormir a sesta (nem quero imaginar a cena...) que quase tiveram que lhe dar banho e a roupa da cama foi toda para lavar.
À noite, chega o pai a casa, com ar de morto vivo, que estava mal disposto, cheio de dores de estomago e cabeça. Bem, ai o catano... isto não foi só das bolachas e não foi só a mim... Conclusão, passei a passagem de ano sozinha, à lareira, filha a dormir sossegadamente, pai quase a deitar as tripas pela boca e foi assim que terminámos 2010 e começámos 2011. A única coisa que espero, é que isto não seja um mau presságio para o ano que começa...

A todos, um feliz ano novo, de preferência melhor que o início do meu.

P.S.: quando estiver com mais paxorra, venho fazer um post de retrospecção de 2010. Até lá, beijos à prima!

sexta-feira, dezembro 31, 2010

2011

após um hiatus na participação no blog, venho aqui desejar-vos um bom ano e que nele realizem alguns (não podem ser todos senão depois não têm para os outros anos...) dos vossos sonhos, vontades e desejos mais recônditos.

até pró ano!!